Identidades de Reserva

Custa-me entender bem esses filmes yankees onde o psico de moda vai mudando de identidade sem nenhum problema – normalmente adoptando a das suas vitimas ainda não descobertas polos investigadores de rostos perfeitos –. Assim deveria ser sempre, excepto polo dos crimes e tal.

Entretanto, neste Estado os sistemas de identificação pessoal funcionam tão perfeitamente que qualquer fugida parece impossível, levamos um bilhete de identidade travado nos dentes – pola nossa própria seguridade – até a morte… já logo não poderás ir mijar sem que algum Agente da Autoridade das Casas de Banho (AACB) reclame o dito bilhete… É inevitável, porque as cousas apoderam-se das vidas e ampliam a sua utilidade exponencialmente e sem pedir licenças. As novas necessidades sempre existiram – primeira lei da termodinâmica -, mas são activadas na altura das possibilidades técnicas.

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